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Caras ou Coroas?

13/05/2010

Por Juliana Narimatsu

Caro leitor, você já se deparou com um casal em que suas idades são bem diferentes visivelmente? Ou você mesmo já se encontrou nessa situação: gostar de se relacionar com uma pessoa que não possui a mesma idade que você? Pois é, leitor, estava eu folheando a revista Gloss deste mês, quando me deparei com uma matéria que tratava sobre esse questão. É interessante discutir sobre esse assunto, pois está sendo cada vez mais comum na sociedade, porém ainda visto com certo preconceito. Assim, o Pura Volúpia discutirá sobre esse dilema: as diferenças entre os homens mais velhos e mais novos num relacionamento.

Cara

Por que as mulheres mais velhas gostam de homens mais jovens?
Segundo a psiquiatra e psicoterapeuta, Lucia Maciel, existe uma explicação biológica para esse tipo de escolha: “A expectativa de vida da população feminina é maior. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em média, a mulher brasileira vive até 72,6 anos e os homens 64,6. Assim, esse tipo de relacionamento deveria ser mais aceito, levando em conta o ponto de vista biológico, mas não é o que acontece”.
Casais famosos, como Madonna e Jesus Luz, Demi Moore e Ashton Kutcher, derrubaram as barreiras de preconceito que existem na sociedade. Porém, grande parte das mulheres mais velhas sofre resistência em se relacionar com um jovem, pois, de acordo com a psiquiatra, Lucia, “as pessoas logo concluem que o homem está com a mulher porque quer dinheiro ou ascensão social. A primeira reação é de estranheza ao se deparar com um casal em que a mulher é mais velha”.

Ashton Kutcher e Demi Moore, 15 anos de diferença entre os dois

Parênteses: Entrevista ao Programa Fantástico (maio 2009): Jesus Luz comenta sobre Madonna (antes de oficializar o namoro) e fala sua opinião sobre ser o “toy boy” da cantora.

Um caso que enfrentou essas dificuldades foi o envolvimento da psicóloga Fernanda Gama com um rapaz de 18 anos. Fernanda precisou lidar com as críticas de amigos e da própria família para sustentar o relacionamento. Sua história se iniciou pela Internet. O casal se conheceu e se apaixonou, mesmo morando em cidades diferentes. “Foram muitas decepções com homens ‘maduros’. Decidi quebrar esse padrão, experimentando uma relação com um menino mais novo, que me ajudava a crescer junto com ele.”, conta Fernanda, “A mãe dele chegou a pensar que eu fosse pedófila ou que tivesse algum problema mental porque ficava correndo atrás dele”.
Um exemplo por essa preferência seria a da coordenadora de marketing, em entrevista com a revista Gloss, Carolina Oliveira. Carolina, 29, já transou com um homem de 45 anos, porém, tem preferência por jovens que ela, “Eles estão dispostos a aprender, mas abertos. Já os mais velhos são mais teimosos, querem fazer tudo do jeito deles, tanto no sexo, como no cotidiano. Tratam a gente como se fossem filhas deles, relata.
Vantagens
Sim! Existem alguns motivos para que as mulheres optem por esse tipo de relacionamento, de acordo com o site
Mulher Terra; e o Pura Volúpia selecionou os benefícios principais desta relação com homens mais novos:
1) Sexo: misture experiência e conhecimento com energia e potência: um drinque perfeito!
2) O jovem não carrega tantas história como um homem casado ou separado, além de possivelmente não ter filhos (não tendo muitas preocupações). Ele ainda pode possuir a idéia de constituir uma família.
3) Por não ter tantas responsabilidades, a agenda dele é praticamente livre para planejar viagens, saidinhas e todos os outros
mil programas que podem fazer.
4) Uma pessoa mais jovem não leva uma bagagem de manias que um homem mais velho provavelmente possui.
Desvantagens

Mesmo com tanta “disposição” que os mais jovens oferecem, há, ainda, desvantagens por escolher esse tipo de compromisso. Além de o homem, geralmente, não possuir estabilidade financeira e não ter responsabilidades – assim, você pode ser aquela que leva o relacionamento nas costas –, também não é raro que apareça alguns pensamentos inseguros na cabeça das mulheres. O principal deles é o medo de ser trocada por outra da mesma idade do rapaz, “É difícil pensar que ele pode se interessar por uma menininha da idade dele, mais nova, bonita e gostosa. Daqui a alguns anos, ele ainda estará um garoto e eu, apesar de me cuidar, tenha 14 anos na frente em tudo”, relata Adriana Mariano.
Entretanto, a psicóloga Olga Tessari rebate esse argumento, dizendo que da mesma forma que há insegurança para as mulheres, também existe nos mais novos, “Insegurança sempre vai haver, não importa a idade do casal. E, da mesma forma que a mulher se sente ameaçada por uma menina, ele também pode se sentir por um homem mais velho”.
Também existe a questão de o jovem confundir a mulher com a mãe. Porém, para isso, Luciana Faria, pedagoga que ficou noiva de um rapaz 13 anos mais novo, responde: “Procuro sempre estar no nível do cara, para não fazer papel de mãe. Tomo cuidado para ouvi-lo e sem passar sermão ou moralismos”.

Coroa

Porque mulheres mais jovens procuram homens mais velhos?
De acordo com uma enquete feita pelo site Feminice com mais de 100 pessoas, 56% delas respondeu que namorariam com homens mais velhos, 36% disseram que talvez e só 8% falaram que nunca iriam ter esse tipo de relacionamento. Segundo a psicóloga Lourdes Brunini, esse tipo de escolha é devido, na maioria das vezes, a busca de proteção, segurança e confiança que os homens mais maduros podem oferecer. “Como ele tem muito mais experiência, ensina, conduz, inclusive sexualmente. O homem mais velho sabe como dar prazer à mulher. Porém, esse encontro também se dá por outros motivos. Na nossa cultura, ser honesto, responsável e realizado significa ser sério, e, muitas vezes, a mulher quer isso”.
Muitos famosos possuem essa relação, como é o caso de Katie Holmes e Tom Cruise, e, Catherine Zeta-Jones e Michael Douglas. A mídia também expôs esse tipo compromisso na novela America, com o casal Glauco e Lurdinha (apesar de ser um relacionamento que envolva traição).

Grande parte das mulheres encontram quase as mesmas dificuldades que se tem com um casal de uma mulher mais velha e um homem mais jovem: a discordância da família, amigos e sociedade, a aparência de que o mais novo sempre terá interesses financeiros com o mais velho, entre outros. “Sempre gostei de homens maduros. Eles têm outra cabeça e o relacionamento torna-se diferente. Às vezes, as pessoas fazem perguntas como ‘ela é sua filha?’, mas nós levamos na brincadeira. O preconceito maior é da minha mãe, que, apesar de achá-lo legal, não aceita nossa relação”, comenta Fernanda Mattos, 19, que completa dois anos de namoro com Antonio Martins, 42.

Tom Cruise, 47, e Katie Holmes, 31

Vantagens
Os homens mais velhos também podem trazer grandes benefícios no relacionamento, segundo a psicóloga e terapeuta sexual, Margareth dos Reis:
1) Os homens mais velhos geralmente são bem sucedidos e possuem maior experiência para seduzir, dando segurança emocional para quem está começando a vida afetiva.
2) Sexo: os mais velhos costumam ser mais preocupados em atender os prazeres da parceira. Assim, valorizam as preliminares, “A mulher mais jovem ainda não está familiarizada com o próprio corpo e o homem mais velho sabe conduzir a relação e estimular a mulher a sentir mais prazer”, diz a psicóloga.
3) Eles têm capacidade maior para serem flexíveis e se adaptarem as várias situações, alem de serem mais protetores, românticos e cavalheiros
Desvantagens
Nesse tipo de relacionamento, a mulher precisa compreender o histórico que seu parceiro carrega, enfrentando, possivelmente, ex-mulher e filhos. A jovem tem que entender que o homem mais velho possui grandes responsabilidades, tendo que o dividir com as diversas situações que ele vive. Então, a mulher mais nova precisa “pular uma fase da vida, afirma psicóloga Lourdes, tendo que ser mais madura do que a sua própria idade.

Dificuldades sexuais
Conforme a matéria da revista Gloss, é de extrema importância ter conhecimento sobre as dificuldades sexuais de cada idade
.
A
ejaculação precoce, como exemplo, é uma disfunção mais comum no começo da vida sexual. De acordo com o urologista, Celso Gromatzky, em entrevista a revista, estudos sobre o assunto mostram que entre 25% e 50% dos jovens até 35 anos gozam antes do momento, pelo menos uma vez (ou até mais) durante esse período de vida.
Outro problema enfrentado pelos “bixos” do sexo é falhar na hora H. Ter tanta ansiedade que o “botão de subida” não rola. Isso, muitas vezes, faz com que os jovens tomem
Viagra, para prevenir constrangimentos. “É um comportamento perigoso, pois pode causar dependência psicológica”, afirma o urologista Wagner Ávila, em entrevista.
A impotência sexual é outro medo. Geralmente acontece com homens que passaram de 40 anos. Esse problema pode ocorrer até muito antes, mas, na maioria dos casos, há 90% de probabilidade de que seja psicológico. Porém, 52% dos homens entre 40 e 70 anos podem proporcionar algum grau de impotência, devido a diversas causas orgânicas: hipertensão, arteriosclerose, câncer de próstata ou reto, lesões neurológicas ou medulares, diabetes, alcoolismo, queda do hormônio testosterona ou por ação de medicamentos e conseqüências psicológicas.
Desempenho
Segundo o urologista Celso Marzano, em entrevista a Gloss, o desempenho também diferencia com o envelhecimento do organismo:
18 anos: 30 segundos de intervalo entre uma transa e outra.
40 anos: 10 minutos de intervalo.
Também é possível constatar essa característica no que diz respeito a ereção:
20 anos: três segundos de excitação sexual, onde o pênis pode atingir um ângulo de 110 graus.
40 anos: 20 segundos, alcançando até 95 graus.
70 anos: cinco minutos, 65 graus.
Entretanto, tudo isso depende da saúde física e emocional da pessoa, além da taxa hormonal e da excitação do momento.

Então, leitor, após esse amplo conhecimento que você obteve sobre as diferenças entre homens mais novos e mais velhos, qual será sua opção? Não aposte na moeda, sempre tenha em mente a satisfação pessoal, independente de qual seja a idade do seu parceiro.

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Quem tem medo de falar sobre sexo anal?

12/05/2010

Por Graziella Severi

A princípio a região anal não foi pensada pela mamãe natureza para fins de prática sexual -pelo fato de não possuir lubrificação própria- todavia, registros desta prática são bem antigos (muito mais do que se imagina), por exemplo, na Grécia antiga em muitas pólis a prática do sexo anal era comum e aceitável, era praticada entre os homens, e estes tinham relações com as mulheres para reprodução apenas, tudo isso se justificaria por uma série de fatores culturais que não caberiam aprofundar por agora.

Cerâmica da Grécia Antiga com casal possivelmente a praticar "sexo anal", ca. 480-470 DC, e faz parte de uma colecção privada em Munique

Além disso, o sexo anal parece mesmo ser o mais comum ato homossexual entre os povos primitivos. Alguns povos da Nova Guiné, por exemplo, a foração anal é absolutamente obrigatória para os jovens como parte dos rituais da puberdade: geralmente acredita-se que os meninos não vão crescer corretamente ao menos que tenham recebido o sêmem de homens mais velhos.

Visto que a prática do sexo anal é tão antiga e, em algumas culturas até tradicional, por que será que ainda permanece tão polêmica? Muitos preconceitos, e falsos moralismos giram em torno do tema, mas é certo que a região anal é um dos principais pontos erógenos de nosso corpo (como foi abordado por Juliana Lumi anteriormente), isto é, a estimulação da área pode levar a sensações de excitação, a presença e intensidade destas zonas variam de pessoa para pessoa. Isso serve tanto para o homem, como para a mulher. A prática pode ser prazerosa para ambos, se consentida pelo casal. Sexo “do bom” remete sempre à cumplicidade, o respeito ao outro.

Consultamos a Dra. Maria Cecília Rossi, médica ginecologista e Obstetra, terapeuta sexual pela Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana, para nos esclarecer estes pontos em relação ao preconceito a respeito do tema. “Por nossa influência religiosa ser fundamentalmente judaico-cristã, originário-derivada da filosofia grega pagã (aristotélica)- onde todas as ações tem um propósito essencial ou natural, que é sustentar a vida- sendo assim, a  finalidade da atividade sexual é a procriação. Agora, tudo o que não legitima este fim é tido como pecado mortal ou ato não-natural. Considera-se neste sentido a masturbação, coito anal, oral, coito vaginal usando anticoncepcional, atos homossexuais, controle de natalidade como sendo atos pecaminosos e antinaturais”, esclarece a Dra.

O Pura Volúpia, ao entrevistar algumas pessoas observou uma maior abertura por parte dos homens para tratar do assunto, tanto que alguns chegaram até nos relatar suas experiências – talvez porque o sexo anal seja a sua segunda maior fantasia sexual, e a primeira o sexo com duas mulheres- difícil mesmo foi encontrar alguém da ala feminina que comentasse sobre o assunto da mesma forma. Isso reflete, mais ainda em nossa sociedade patriarcal, a opressão do sexo feminino, desde cedo muitas vezes, para tratar não só do tema sexo anal, mas de um todo mesmo em torno deste universo.

O preconceito em torno coito anal se dá porque supostamente seria antinatural e anormal; somente prostitutas, pervertidas, e excêntricos fazem sexo anal; ânus e reto não se destinam a ser erotizados; sexo anal é sujo e desonrado e causa nojo; somente homossexuais masculinos praticam sexo anal; homens heterossexuais que gostam de sexo anal devem ser homossexuais não assumidos; e ainda, as mulheres não gostam de sexo anal e praticam somente para agradar seus parceiros.

Ainda sobre preconceito, Daiana Ferreira em post anterior relatou a timidez das mulheres abordadas para falar sobre a mera masturbação, imagine falar sobre sexo anal. Jamais! Pensariam elas. “O mito vem da história. A sabedoria popular no mundo ocidental tem sido frequentemente tão errônea quanto a religião e a lei tem sido repressiva. Superstições e falta de informação não se restringem aos indivíduos sem cultura”, ressalta a Dra. Maria Cecília.

“Acho errado estes tipos de preconceitos em torno do sexo propriamente, nessas horas “vale tudo” desde que haja respeito, todas as experimentações possíveis em busca do prazer e satisfação do casal são válidas. Ficar preso à esses estereótipos é ser bem limitado” nos contou J. R., 23, estudante de engenharia química.

Mas de nada adianta estar “despido” destes preconceitos se na hora do sexo o casal não souber se cuidar, e mais ainda, o sexo anal exige alguns cuidados básicos. Primeiro, pelo fato da região anal não possuir lubrificação própria e a estrutura anatômica ser diferente da vagina, médicos recomendam o uso de gel lubrificante para facilitar a penetração. Além disso, o uso do preservativo é obrigatório para evitar a contaminação com bactérias naturais da flora intestinal. Importante: não se deve fazer penetração vaginal depois de realizada a anal, para isso deve-se trocar sempre o preservativo.

“Sexo anal é como outro sexo qualquer, possivelmente as pessoas tem preconceito por imposição cultural mesmo, quer dizer, não é que se abstenham da prática, mas se a fazem não contam a ninguém”, revela a transexual Alessandra Vendraminy, 23.

Outro ponto importante, ainda de acordo com a Dra. a prática frequente do sexo anal, no caso entre o público gay e possivelmente entre atores e atrizes pornôs não causa dano algum à saúde, como sempre, ela faz somente a ressalva dos cuidados mencionados anteriormente.

Para finalizar, acredito que você leitor conhece este vídeo abaixo. Ele ficou bem famoso há alguns anos atrás pela brincadeira do “ai que susto!”, mas que na verdade a Dra. Carla Cecarello Fraia- Psicóloga e Especialista em Sexualidade Humana e Terapia Sexual – em seu programa “Aprendendo sobre Sexo” no SBT, apresentou o tema de forma bem didática e educativa para aqueles que queiram experimentar o sexo anal.

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Amoooooor, apaga a luz por favor!!!

10/05/2010

Por Daiana Ferreira

Você é uma das inúmeras mulheres que pedem para apagar a luz quando estão seminuas ou nuas? Então, esta matéria é especialmente para você minha querida leitora! Já as leitoras que não se incomodam com um ambiente iluminado quando estão fazendo amor, conte para nós do Pura Volúpia se vocês sempre foram desinibidas. Ou se a vergonha foi desaparecendo com o passar do tempo.

Pode ser falta de hábito, para aquelas que não praticam sexo com muita freqüência. Pode ser vergonha, por estar com gordurinhas extras ou mesmo por timidez, características de quem não tem muita sociabilidade sexual ou não conhece bem o parceiro! Infelizmente, estes são alguns dos motivos que levam muitas garotas a deixarem a luz apagada durante a relação sexual. E falar Amoooooor apaga a luz por favor!!!

Com certeza há muitas mulheres preferem fazer amor no escurinho. E os motivos podem ser os mais diversos possíveis. Vanessa diz que não faz no escuro total, prefere uma meia-luz. “Quando estou com meu namorado, na minha casa ou na casa dele, deixamos o abajur acesso. Eu prefiro assim, e ele nunca falou nada. Acho que ele nem se incomoda”.

E os homens, o que acham de fazer amor com a luz apagada? Joel Castro, 20 anos disse que tanto faz. “Se a mulher pedir no escuro, faço no escuro, se pedir no claro, faço no claro. Faço o que for melhor pra ela”.

Mas a questão é que, quando uma mulher pede para fazer amor no escuro, ela sinaliza que não está muito a vontade ao seu lado ou existe alguma coisa que a impede de se soltar e curtir a relação. Basta você homem, acariciá-la, tocar seu corpo, beijá-la com vontade e carinho, que com o passar das horas ou do tempo, ela ficará totalmente sem vergonha. No bom sentido claro!!!

Segundo a sexóloga Jussânia Oliveira, de Campinas ,”a sexualidade feminina sempre foi muito reprimida. A mulher precisa entender que somos seres sexuais, ou seja, que o sexo é algo natural”, diz .

Então pense nisso cara leitora! Sexo para ser bom tem que ser consentido pelo casal, se você se sente melhor no escurinho, faço no escuro. Caso goste do claro, pois bem acenda a luz. Entretanto, para as que preferem de luz apagada, não custa nada tentar e experimentar um ambiente meia-luz sabe? Talvez você descubra algo maravilho: ver seu gato olhando e desejando você com os olhos e com o corpo.

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Relógio masculino

09/05/2010

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Quem nunca deu uma rapidinha só para aliviar o tesão?

07/05/2010

Por Daiana Ferreira

Quem nunca deu uma rapidinha só para aliviar o tesão? Ou nunca ficou desesperado e ardendo de vontade de fazer sexo numa hora inapropriada? Muitas pessoas já sentiram isso um dia. Mas será que a experiência é boa para o casal ou apenas para o sexo masculino? E os lugares? Será que é possível sentir prazer em ambientes não convencionais para à pratica sexual a dois? Estas perguntas talvez não sejam respondidas ao longo deste post, não porque não sabemos a resposta, mas porque somos todos diferentes, logo cada uma tem uma resposta. Mas, de uma coisa você pode ter certeza! Este tipo de relação só tende a aumentar entre os casais.

O sexo “relâmpago” ou a famosa “rapidinha” é o tipo de sexo que se caracteriza por ser bem rápido. Esta relação tem pouca ou nenhuma preliminar. Mas para quem acha que este tipo de relação não tem seu valor, está muito enganado!!! Ela tem e muito a satisfazer.

Júnior, de 28, auxiliar de estoque, conta como foi sua experiência: “a relação aconteceu com uma companheira de trabalho. Nós tínhamos uma atração um pelo outro, mas só ficava nisso. Fomos um dia colocar o arquivo morto em dia da empresa, ela estava de saia, até parece que foi proposital naquele dia….rsrsrs!!!Aí nós nos olhamos e, você já sabe o que aconteceu, não preciso continuar”

Para que a rapidinha seja um sucesso, o casal deve se conhecer muito bem, estar em perfeita sintonia e, o mais importante, o casal deve estar com tesão a flor da pele, subindo pelas paredes, ardendo de desejo. Estes são os requisitos fundamentais para ter uma excelente rapidinha.

Os lugares para este tipo de sexo vão desde carro, sofá da sala, playground até banheiro de restaurante, elevador e escritórios de trabalho. O medo de ser pego no flagra é comum e constante, mas há quem sinta muito tesão com essa experiência.

Sergio, 35, disse que sua experiência com “rapidinhas” aconteceu com sua namorada no quarto dela e conta “ela olhou pra mim de forma diferente, sabe querendo algo. Percebi o que ela queria. Fomos ao quarto dela buscar o lap, aí aconteceu. Ela, apesar de estar com muito tesão, estava com muito medo de chegar a mãe ou o pai dela. Foram uns 5 minutinhos, mas bem gostosos”.

A rapidinha, como qualquer outra maneira de sentir prazer, é válida, tem sua intensidade e pode satisfazer ou aliviar a “tensão” de estar com o desejo à flor da pela. Quem quiser experimentar fique a vontade. E para quem já experimentou, conte para nós do Pura Volúpia, como foi sua experiência.

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Lingerie, sustente sua relação!

06/05/2010

Por Juliana Narimatsu

Caro leitor, estava eu decidindo o próximo tema que iria discutir no meu post, quando descobri, ao navegar pelo mar sem limites que é a Internet, várias facetas que uma lingerie pode gerar. Pois é, leitor, lingerie não é apenas um assessório necessário para o público feminino. Quando bem usado, tanto pode valorizar o corpo das mulheres, quanto pode dar aquele up na relação (ou no homem mesmo). Cores, estilos, tipos, modelos, histórias…existem tantas coisas que uma lingerie pode “sustentar”. Então, caro leitor, fique de olhos bem abertos, pois o Pura Volúpia irá discutir sobre a grande parceira das mulheres (tirada pelos homens): a lingerie.

Lá vem história…
Calcinhas, sutiãs, cintas-ligas, espartilhos e outras peças compõem o que chamamos de lingerie (ou roupa de baixo, peça íntima). A lingerie passou por muitas transformações, seguindo as mudanças culturais e atendendo as exigências do novo público feminino.
Os espartilhos, por exemplo, foram usados por mais de quatro séculos. Além de causar problemas a saúde, havia o desconforto e a obrigação de possuir aquela cinturinha tão desejada pelas mulheres da época. A versão antiga da calcinha seria a ceroula, tão utilizada no século 19 e que ia até abaixo do joelho (e o calor?). A cinta-liga apareceu na década de 20, para segurar as meias 7/8. Dançarinas do Charleston exibiam essa peça por baixo das saias cheias de franja, enquanto dançavam ao som das jazz-bands. Até os anos 30, a cinta-liga era a única peça disponível para prender as meias das mulheres; só na década de 40 é que as meias-calças chegaram às prateleiras.

Espartilho, cinta-liga, ceroula e sutiã

No século 20, acompanhando a moda das roupas justas e cinturas marcadas, houve o aparecimento do sutiã com armações de metal, cintas e corpetes para moldar o corpo feminino. A moda, conforme os anos, foi trazendo novidades em cores, materiais e estilos, tornando a lingerie cada vez mais confortável e durável, duas exigências que surgiram durante a vida moderna. Entretanto, o mundo fashion sempre vem renovando o que era do passado, fazendo com que os espartilhos e cintas-ligas continuem no guarda-roupa feminino.
Saiba mais: Bra-Burning – A história da queima dos sutiãs em 1968.

Vitrine
Pois é leitor, o mercado de lingeries dispõe de uma variedade E-N-O-R-M-E de estilos. Vamos conferir?
Super-básicos
Não diria que seria “a” peça ideal para apimentar a relação. Esses estão mais ligados ao conforto e a praticidade.
Neon
Cadê você? Como todos viram, as cores que pegaram nesse ano foram as fluorescentes; e, pensando nisso, a marca Pselda lançou um kit de lingeries nas cores fluor, como verde, roxo e rosa, além da confecção de camisinhas com as mesmas tonalidades.


Românticos
São aqueles bem delicados. Rosinhas, roxinhos, branquinhos, sempre acompanhados com estampas de flores e rendas. Certas lingeries que possuem esse ar romântico, também podem trazer a pitada caliente (santinha do pau oco!), então, aposte nessas peças para “provocar” a sua relação.
Sexy
Cheias de renda e transparência e com cores provocantes, essas lingeries são geralmente acompanhadas de camisolas e baby-dolls cheios de ousadia.
So Sexy!
Quanto menos, se quer mais! Aqui se encontram lingeries bem provocantes, grande parte feita de tecidos transparentes, onde os seios ficam visíveis. A parte de baixo se encontra as calcinhas fio-dental. Além dos corpetes e cintas-ligas, existem os macacões, maios e várias peças cheias de provocação. Algumas são acompanhadas de acessórios como máscaras, chicotes e buás; outras possuem na própria peça sinos, pom-pons e outros afins.
Nessa categoria entram as lingeries comestíveis – Leia mais: Deguste (uhmmm) –, e também as com o tema África (estampas de onça, zebra, cobra, entre outros).
Fantasiaaa no ar…
As fantasias podem ser outra uma alternativa para esquentar o relacionamento. Enfermeira, médica, bombeira, policial, salva-vidas podem resgatar seu companheiro a qualquer hora. A colegial e empregada doméstica fazem parte do arsenal de artigos eróticos. A mamãe-noel, a fadinha e até o Peter Pan também não ficaram de fora.

Depoimentos
De acordo com A. M., 21 anos, a lingerie é uma alternativa idela para solucionar os problemas de rotina na relação.
“E ajuda demais a sair da rotina!Antes de tudo uma mulher deve se sentir bem naquilo que se está vestindo,prq tem muitas mulheres que acabam usando algumas coisas pensando que vão agradar o parceiro,mas no fundo não se sentem bem com aquilo e isso tira definitivamente toda a beleza e sensualidade feminina que conseqüentemente não vai excitar muito o parceiro. Seja inovadora,mas mantenha sua simplicidade usando o que te deixa bem mas que tbm o impressione,mantenha o máximo de equilíbrio possível nessas horas,afinal,a maior beleza e sedução está em vc mesma!!!”
Da mesma forma concorda Isabela Schmall, gerente comercial da Intimitat Lingerie. Isabela acha muito importante escolher o modelo adequado, pois a escolha pode valorizar o corpo da mulher.
“Hoje em dia as lingeries se tornaram além de lindas, funcionais, ou seja, podem operar verdadeiros milagres, valorizando o que a mulher tem de mais bonito em seu corpo e disfarçando imperfeições. Na noite de núpcias é excelente poder contar com mais esta ajudazinha para realçar o poder da sedução feminina
“. 

Mercado
Não pense, caro leitor, que o mercado de lingeries está restringido apenas para o público feminino e da boa forma.
Um exemplo seria a modelo Katie Prince, do Reino Unido. Decidindo confeccionar uma coleção para mulheres que fogem do padrão de beleza (magras com tudo em cima), Katie criou lingeries ,cheias de estilo, para todo o tipo de corpo feminino, desde as gordinhas, até as com pouco seios.

O desfile

Saiba mais: Novo conceito em lingeries especializadas em tamanhos grandes.
O comércio de produtos eróticos também está apostando no público masculino. Segundo o site Sintaliga, é possível encontrar peças super-sexy e algumas fantasias para os homens, “Apesar da esmagadora maioria ser voltada ao público feminino, existem também algumas peças e modelos elaborados visando o público masculino. Nesse caso, os modelos que fazem mais sucesso são as fantasias de bombeiro e de médico, mas há também modelos mais inusitados, como cuecas tematizadas (muitas, inclusive, imitando animais como cobras), tapas-sexos e fantasias de heróis”.

Chá de Lingerie
É isso ae, leitor! Chá de panela/cozinha é coisa do passado! Agora, as mulheres modernas encontraram uma nova alternativa para as reuniões antes do casório. O chá de lingerie consiste em reunião de amigas, onde a prenda, em vez de utensílios domésticos, seria lingeries, preparando, assim, o enxoval para a lua-de-mel.

Dicas
Eis algumas dicas que podem te ajudar, caro leitor, na escolha da lingerie, para valorizar o que a mulher tem de mais bonito.
eios: Caso você queira aumentar e dar mais sustentação, compre sutiãs com bojos, espumas moldadas ou os push-up, que também aproximam e levantam os seios. Outra dica para dar um up é utilizar sutiãs com as alças com as alças cruzadas nas costas.
Bumbum: algumas mulheres optam pelo fio-dental para realçar e não marcar o bumbum. Outras utilizam as calcinhas que cobrem todo o bumbum, isso faz com que não se espalhe para os lados e nem fique marcado pelo elástico. Também existem as calcinhas com enchimento, que podem ajudar para dar aquela aumentada sem nenhum agulha.

Pois é, leitor, uma boa lingerie pode trazer belos benefícios em seu relacionamento.
Então, qual será a surpresinha de hoje a noite?
Leia mais: Uma viagem pelo soutien.

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Aí eu vi vantagem! Entenda os orgasmos múltiplos

06/05/2010

Por Graziella Severi

Nós mulheres fomos privilegiadas pela natureza pela possibilidade de obtermos orgasmos múltiplos durante uma relação sexual. A principal definição para eles seriam uma sequencia de picos de prazer que se dão de forma ininterrupta, imagina só caro, ou melhor, cara leitora: um é bom, dois são ótimos, três então… são demais! E por ai vai, rs. Agora, caro leitor, você não tem a mesma felicidade que nós pelo seguinte fato: após a ejaculação há um período refratário, este que é um fenômeno fisiológico de relaxamento temporário para posterior início da atividade sexual. 

Para entendermos um pouco como se dão as modificações corporais durante o ato sexual mencionarei o que pesquisadores norte-americanos, Masters e Johnson estudaram. Eles a definiram como Ciclo de Respostas Sexuais, algumas reformulações em torno desse conceito foram feitas, estes mesmos fenômenos fisiológicos se dividem em quatro fases distintas, sendo elas:

1ª Fase: Desejo

Faz parte deste estágio o mundo das fantasias que giram em torno do sexo, o instinto humano também esta presente. Este desejo são formas espontâneas que faz com que o indivíduo deseje ter experimentações sexuais. Os sinais neurológicos que levam ao desejo ainda não foram plenamente explicados, mas acredita-se que no cérebro haja um Centro de Desejo Sexual. Nos homens, por exemplo, este primeiro estímulo frequentemente se dá de forma visual.

2ª Fase: Excitação

Correspondido o primeiro interesse, o desejo desenvolve-se a partir de respostas corporais até se tornar a própria excitação. Caracteriza-se excitação no homem o enrijecimento do pênis, e no caso da mulher a lubrificação da vagina. Em todo esse processo o organismo está “viabilizando” para que uma relação sexual aconteça.

3ª Fase: Orgasmo

Iniciada a relação sexual, quando se atinge o orgasmo, há o clímax da relação, portanto, esta é a última fase do ciclo. Acontece o pleno relaxamento do corpo, contrações musculares rítmicas. No caso masculino denomina-se ejaculação. Depois de ocorrida, há o período refratário, de relaxamento para que possa ocorrer nova relação sexual. O mesmo fenômeno não se apresenta nas mulheres.

4ª Fase: Orgasmos Múltiplos

É a ocorrência de orgasmos de forma contínua, um após o outro, sem parar. Eis as mulheres grandes privilegiadas por terem essa possibilidade de contínuo êxtase, diferentemente dos homens como já explicado.

O orgasmo feminino é complexo, se dá de maneiras muito variadas. Sendo assim, há possibilidade de ocorrência de um único e intenso orgasmo, vários de menor intensidade, ou até de repente a união das duas situações. È comum a mulher confundir orgasmos múltiplos com a sensação de relaxamento prolongada após relação sexual. Para o homem a constatação de que sua parceira teve orgasmos múltiplos pode não ser uma tarefa tão fácil, somente se houver algo intenso, onde a vagina se contraia pressionando assim o pênis.

Diferenças nas respostas sexuais masculinas e femininas


Mitos sobre os orgasmos múltiplos

Eles de forma alguma podem ser uma regra geral a ser aplicada em todas as mulheres e, além disso, não significa que quem os atingem estão tendo mais prazer do que outros que eventualmente possam vir a ter um único. Visto que o orgasmo é complexo, ainda não foram confirmadas através de pesquisas se um indivíduo pode estar geneticamente propício a tê-los durante a relação.

Ademais, é falsa a impressão de que a mulher que tem orgasmos múltiplos tem mais apetite sexual se comparada a outras e, que a mesma estaria mais apta a dar prazer ao homem, mesmo porque estes “orgasmos múltiplos” podem nem ser verdadeiros. A negligência de ocorrência de orgasmo é freqüente e, é muito prejudicial para relação do casal.

Uma coisa é certa, o que compõe uma prazerosa relação é muito diálogo, conhecimento do próprio corpo, dicas entre o casal sobre suas particularidades sexuais, respeito, atração sexual e muita empolgação, com certeza! Vamos esquecer o manual como ter orgasmos múltiplos em 7 dias!


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