Archive for the ‘Sexo’ Category

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Um café e uma reflexão

01/06/2010

Um dia estava lendo, faz uns dois meses, um artigo do Zeca Baleiro (grande Baleiro!) na revista Isto E intitulado “Palavrões e Poesia”. Falava sobre a lei Pimenta na Boca, a qual proibia o uso de palavras de baixo calão e gestos obcenos nos estádios de Paraíba (que coisa, não?). Depois, o maranhense começa a desenrolar sua opinião sobre o assunto. Sei que agora você, leitor, deve estar perguntando o que quê tudo isso tem haver com o blog. Pois, fique tranqüilo. O belo cantor e compositor finaliza seu artigo com algo uma poema de La Fontaine, e aqui trancrevo esta parte:

“Aqui reproduzo “Epigrama”, popema saído da pena do francês La Fontaine, aqule mesmo, autor das célebres fábuilas que todo pai um dia por certo contou ao filho na hora de dormir.

Amar, foder: uma união
De prazeres que não separo
A volúpia e os desejos são
O que a alma possui de mais raro.
Caralho, cona e corações
Juntam-se em doces efusões
Que os crentes censuram, os loucos
Reflete nisto, oh minha amada:
Amar sem foder é bem pouco,
Foder sem amar não é nada.”

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Cadilac, bi-bi!

27/05/2010

Por Juliana Narimatsu

Sim, caro leitor, hoje irei falar sobre um Cadilac, ou melhor, uma! Achou estranho? O que carro tem haver com sexo? Na verdade tem, e muito! Conhece a Rita? Rita Cadilac? Pois é, leitor, irei falar sobre seu filme Rita Cadilac, A Lady do Povo (aprecie com moderação), além de contar um pouco da história sobre a ex-chacrete.

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Vamos falar de sexo?

20/05/2010

Por Juliana Narimatsu

Caro leitor, este post irá falar sobre sexo. Novidade? Sim, porque não irei discutir sobre a tradicional transa; aquela que envolve o contato físico mesmo. Hoje, irei aprofundar o assunto em meios que existem para fazer o sexo sem seu parceiro estar do seu ladinho (ou em cima, em baixo…como queira). Sabe os meios de comunicação? O telefone e a internet? Pois é, leitor, fique de olhos (todos os sentidos) bem abertos, porque o post irá tratar sobre esses dois temas: sexo por telefone e virtual.

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O que um homem não pode fazer quando está na cama com uma mulher???

17/05/2010

Por Daiana Ferreira

O Pura Volúpia saiu as ruas e perguntou à algumas mulheres, o que um homem não pode fazer, de jeito nenhum quando está com ela na cama?

Algumas disseram que o homem que não gosta de beijar é complicado, pois é com o beijo que tudo começa. Outras nos contaram que pode tudo, menos trocar o nome. “É o fim da picada quando o homem com que você está num momento tão íntimo, troca seu nome”, disse Patrícia de 22 anos. Ela disse a nossa editora e repórter que quando ela saiu com um rapaz pela terceira vez, ele a chamou de Carmem, “parei na hora, depois ele pediu desculpas e quis recomeçar. Claro que não rolou”, disse.

Já a maioria das mulheres entrevistadas pelo Pura Volúpia disseram que o que mais as deixam insatisfeitas é quando um rapaz ejacula depressa demais! Claro né? Que mulher em sã consciência não ficaria INSATISFEITA com um homem que tem ejaculação precoce?

Segue abaixo uma lista, em ordem crescente, do que um homem nunca pode fazer quando está com uma mulher (foram feitos trinta itens, mas apenas os dez mais bem posicionados foram postados)

1. GOZAR DEPRESSA DEMAIS. (nem preciso comentar).

Sabemos que este é o medo de todo homem. E com razão. Se você ejacula antes de ver o a mulher com que você está com muito tesão, tenha em mente sempre um plano “B” para colocar em prática e assegurar o prazer dela.

2. PERGUNTAR SE ELA GOZOU.

Realmente essa pergunta não tem cabimento. Você deveria ser capaz de perceber quando uma mulher está nas alturas. A maioria das mulheres faz barulho, querem ficar quietinhas ou apertam o parceiro quando estão gozando. Mas, se você realmente não sabe,não pergunte.

3. NÃO AVISAR ANTES DE GOZAR.

Esperma não tem um gosto nada saboroso e nem toda mulher do mundo gosta de engoli-lo ou deixá-lo na boca por muito tempo. Quando ela estiver fazendo sexo oral em você, avise-a (SEMPRE) antes de gozar, para que ela possa fazer o que achar mais confortável PRA ELA.

4. NÃO BEIJAR.

Evitar os lábios e ir direto AO ASSUNTO, faz com que a maioria das mulheres se sintam atraídas não pelo conjunto, mas por uma parte do conjunto. Um beijo apaixonado conveniente é a forma de preliminar definitiva.

5. AGRADECER.

Nunca agradeça a uma mulher por fazer sexo com você.

6. TIRAR A ROUPA DEPRESSA DEMAIS.

Não force a barra tirando a roupa antes que ela tenha feito algum gesto para ver o seu material, mesmo que seja apenas desabotoar dois botões.

7. ESPREMER OS SEIOS DELA.

Quando os homens colocam as mãos nos seios de QUALQUER mulher, a maioria deles, age como se fosse uma dona-de-casa espremendo laranja para fazer um suco da fruta. Afague-os, acaricie-os e alise-os. Por que os homens que se grudam nos mamilos de uma mulher e depois os tratam como se quisessem esvaziar o corpo dela pelos seios nunca são chamados para um segundo encontro. Os mamilos são extremamente sensíveis. Eles não resistem a mastigação. Lamba e sugue gentilmente.

8. IGNORAR AS OUTRAS PARTES DO CORPO DELA.

Uma mulher não é uma via expressa com somente três saídas: Peito Leste e Oeste, e o Túnel do Meio. Existem vastas áreas do corpo dela as quais você freqüentemente ignora quando passa direto para Vagina Central. É hora de começar a lhes dar  mais atenção.

9. NÃO GOZAR NUM TEMPO RAZOÁVEL.

Você pode achar que transar por 2 horas sem chegar á ejaculação é o máximo, mas pra ela, isso significa uma vagina ardida e dolorida no dia seguinte. Se você insiste no papel babaca de Super-Homem, use um bom lubrificante à base de água e deixe a TV ligada na novela, para que ela possa se distrair durante a sua “performance”.

10. PARAR PRA RESPIRAR.

Diferentemente dos homens, mulheres não continuam de onde foram deixadas. Se você parar, elas voltam para o começo bem depressa. Se você perceber que ela ainda não chegou lá, continue custe o que custar, mesmo que sua mandíbula fique dormente.

Conte-nos sua experiência, gostaríamos de saber mais sobre: o que os homem fazem que as mulheres detestam!!!!

 Conte-nos sobre suas dúvidas e sugestões pelo e-mail blogpuravolupia@gmail.com e siga o @pura_volupia no Twitter

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Quem tem medo de falar sobre sexo anal?

12/05/2010

Por Graziella Severi

A princípio a região anal não foi pensada pela mamãe natureza para fins de prática sexual -pelo fato de não possuir lubrificação própria- todavia, registros desta prática são bem antigos (muito mais do que se imagina), por exemplo, na Grécia antiga em muitas pólis a prática do sexo anal era comum e aceitável, era praticada entre os homens, e estes tinham relações com as mulheres para reprodução apenas, tudo isso se justificaria por uma série de fatores culturais que não caberiam aprofundar por agora.

Cerâmica da Grécia Antiga com casal possivelmente a praticar "sexo anal", ca. 480-470 DC, e faz parte de uma colecção privada em Munique

Além disso, o sexo anal parece mesmo ser o mais comum ato homossexual entre os povos primitivos. Alguns povos da Nova Guiné, por exemplo, a foração anal é absolutamente obrigatória para os jovens como parte dos rituais da puberdade: geralmente acredita-se que os meninos não vão crescer corretamente ao menos que tenham recebido o sêmem de homens mais velhos.

Visto que a prática do sexo anal é tão antiga e, em algumas culturas até tradicional, por que será que ainda permanece tão polêmica? Muitos preconceitos, e falsos moralismos giram em torno do tema, mas é certo que a região anal é um dos principais pontos erógenos de nosso corpo (como foi abordado por Juliana Lumi anteriormente), isto é, a estimulação da área pode levar a sensações de excitação, a presença e intensidade destas zonas variam de pessoa para pessoa. Isso serve tanto para o homem, como para a mulher. A prática pode ser prazerosa para ambos, se consentida pelo casal. Sexo “do bom” remete sempre à cumplicidade, o respeito ao outro.

Consultamos a Dra. Maria Cecília Rossi, médica ginecologista e Obstetra, terapeuta sexual pela Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana, para nos esclarecer estes pontos em relação ao preconceito a respeito do tema. “Por nossa influência religiosa ser fundamentalmente judaico-cristã, originário-derivada da filosofia grega pagã (aristotélica)- onde todas as ações tem um propósito essencial ou natural, que é sustentar a vida- sendo assim, a  finalidade da atividade sexual é a procriação. Agora, tudo o que não legitima este fim é tido como pecado mortal ou ato não-natural. Considera-se neste sentido a masturbação, coito anal, oral, coito vaginal usando anticoncepcional, atos homossexuais, controle de natalidade como sendo atos pecaminosos e antinaturais”, esclarece a Dra.

O Pura Volúpia, ao entrevistar algumas pessoas observou uma maior abertura por parte dos homens para tratar do assunto, tanto que alguns chegaram até nos relatar suas experiências – talvez porque o sexo anal seja a sua segunda maior fantasia sexual, e a primeira o sexo com duas mulheres- difícil mesmo foi encontrar alguém da ala feminina que comentasse sobre o assunto da mesma forma. Isso reflete, mais ainda em nossa sociedade patriarcal, a opressão do sexo feminino, desde cedo muitas vezes, para tratar não só do tema sexo anal, mas de um todo mesmo em torno deste universo.

O preconceito em torno coito anal se dá porque supostamente seria antinatural e anormal; somente prostitutas, pervertidas, e excêntricos fazem sexo anal; ânus e reto não se destinam a ser erotizados; sexo anal é sujo e desonrado e causa nojo; somente homossexuais masculinos praticam sexo anal; homens heterossexuais que gostam de sexo anal devem ser homossexuais não assumidos; e ainda, as mulheres não gostam de sexo anal e praticam somente para agradar seus parceiros.

Ainda sobre preconceito, Daiana Ferreira em post anterior relatou a timidez das mulheres abordadas para falar sobre a mera masturbação, imagine falar sobre sexo anal. Jamais! Pensariam elas. “O mito vem da história. A sabedoria popular no mundo ocidental tem sido frequentemente tão errônea quanto a religião e a lei tem sido repressiva. Superstições e falta de informação não se restringem aos indivíduos sem cultura”, ressalta a Dra. Maria Cecília.

“Acho errado estes tipos de preconceitos em torno do sexo propriamente, nessas horas “vale tudo” desde que haja respeito, todas as experimentações possíveis em busca do prazer e satisfação do casal são válidas. Ficar preso à esses estereótipos é ser bem limitado” nos contou J. R., 23, estudante de engenharia química.

Mas de nada adianta estar “despido” destes preconceitos se na hora do sexo o casal não souber se cuidar, e mais ainda, o sexo anal exige alguns cuidados básicos. Primeiro, pelo fato da região anal não possuir lubrificação própria e a estrutura anatômica ser diferente da vagina, médicos recomendam o uso de gel lubrificante para facilitar a penetração. Além disso, o uso do preservativo é obrigatório para evitar a contaminação com bactérias naturais da flora intestinal. Importante: não se deve fazer penetração vaginal depois de realizada a anal, para isso deve-se trocar sempre o preservativo.

“Sexo anal é como outro sexo qualquer, possivelmente as pessoas tem preconceito por imposição cultural mesmo, quer dizer, não é que se abstenham da prática, mas se a fazem não contam a ninguém”, revela a transexual Alessandra Vendraminy, 23.

Outro ponto importante, ainda de acordo com a Dra. a prática frequente do sexo anal, no caso entre o público gay e possivelmente entre atores e atrizes pornôs não causa dano algum à saúde, como sempre, ela faz somente a ressalva dos cuidados mencionados anteriormente.

Para finalizar, acredito que você leitor conhece este vídeo abaixo. Ele ficou bem famoso há alguns anos atrás pela brincadeira do “ai que susto!”, mas que na verdade a Dra. Carla Cecarello Fraia- Psicóloga e Especialista em Sexualidade Humana e Terapia Sexual – em seu programa “Aprendendo sobre Sexo” no SBT, apresentou o tema de forma bem didática e educativa para aqueles que queiram experimentar o sexo anal.

Conte-nos sobre suas dúvidas e sugestões pelo e-mail blogpuravolupia@gmail.com e siga o @pura_volupia no Twitter

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Amoooooor, apaga a luz por favor!!!

10/05/2010

Por Daiana Ferreira

Você é uma das inúmeras mulheres que pedem para apagar a luz quando estão seminuas ou nuas? Então, esta matéria é especialmente para você minha querida leitora! Já as leitoras que não se incomodam com um ambiente iluminado quando estão fazendo amor, conte para nós do Pura Volúpia se vocês sempre foram desinibidas. Ou se a vergonha foi desaparecendo com o passar do tempo.

Pode ser falta de hábito, para aquelas que não praticam sexo com muita freqüência. Pode ser vergonha, por estar com gordurinhas extras ou mesmo por timidez, características de quem não tem muita sociabilidade sexual ou não conhece bem o parceiro! Infelizmente, estes são alguns dos motivos que levam muitas garotas a deixarem a luz apagada durante a relação sexual. E falar Amoooooor apaga a luz por favor!!!

Com certeza há muitas mulheres preferem fazer amor no escurinho. E os motivos podem ser os mais diversos possíveis. Vanessa diz que não faz no escuro total, prefere uma meia-luz. “Quando estou com meu namorado, na minha casa ou na casa dele, deixamos o abajur acesso. Eu prefiro assim, e ele nunca falou nada. Acho que ele nem se incomoda”.

E os homens, o que acham de fazer amor com a luz apagada? Joel Castro, 20 anos disse que tanto faz. “Se a mulher pedir no escuro, faço no escuro, se pedir no claro, faço no claro. Faço o que for melhor pra ela”.

Mas a questão é que, quando uma mulher pede para fazer amor no escuro, ela sinaliza que não está muito a vontade ao seu lado ou existe alguma coisa que a impede de se soltar e curtir a relação. Basta você homem, acariciá-la, tocar seu corpo, beijá-la com vontade e carinho, que com o passar das horas ou do tempo, ela ficará totalmente sem vergonha. No bom sentido claro!!!

Segundo a sexóloga Jussânia Oliveira, de Campinas ,”a sexualidade feminina sempre foi muito reprimida. A mulher precisa entender que somos seres sexuais, ou seja, que o sexo é algo natural”, diz .

Então pense nisso cara leitora! Sexo para ser bom tem que ser consentido pelo casal, se você se sente melhor no escurinho, faço no escuro. Caso goste do claro, pois bem acenda a luz. Entretanto, para as que preferem de luz apagada, não custa nada tentar e experimentar um ambiente meia-luz sabe? Talvez você descubra algo maravilho: ver seu gato olhando e desejando você com os olhos e com o corpo.

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Quem nunca deu uma rapidinha só para aliviar o tesão?

07/05/2010

Por Daiana Ferreira

Quem nunca deu uma rapidinha só para aliviar o tesão? Ou nunca ficou desesperado e ardendo de vontade de fazer sexo numa hora inapropriada? Muitas pessoas já sentiram isso um dia. Mas será que a experiência é boa para o casal ou apenas para o sexo masculino? E os lugares? Será que é possível sentir prazer em ambientes não convencionais para à pratica sexual a dois? Estas perguntas talvez não sejam respondidas ao longo deste post, não porque não sabemos a resposta, mas porque somos todos diferentes, logo cada uma tem uma resposta. Mas, de uma coisa você pode ter certeza! Este tipo de relação só tende a aumentar entre os casais.

O sexo “relâmpago” ou a famosa “rapidinha” é o tipo de sexo que se caracteriza por ser bem rápido. Esta relação tem pouca ou nenhuma preliminar. Mas para quem acha que este tipo de relação não tem seu valor, está muito enganado!!! Ela tem e muito a satisfazer.

Júnior, de 28, auxiliar de estoque, conta como foi sua experiência: “a relação aconteceu com uma companheira de trabalho. Nós tínhamos uma atração um pelo outro, mas só ficava nisso. Fomos um dia colocar o arquivo morto em dia da empresa, ela estava de saia, até parece que foi proposital naquele dia….rsrsrs!!!Aí nós nos olhamos e, você já sabe o que aconteceu, não preciso continuar”

Para que a rapidinha seja um sucesso, o casal deve se conhecer muito bem, estar em perfeita sintonia e, o mais importante, o casal deve estar com tesão a flor da pele, subindo pelas paredes, ardendo de desejo. Estes são os requisitos fundamentais para ter uma excelente rapidinha.

Os lugares para este tipo de sexo vão desde carro, sofá da sala, playground até banheiro de restaurante, elevador e escritórios de trabalho. O medo de ser pego no flagra é comum e constante, mas há quem sinta muito tesão com essa experiência.

Sergio, 35, disse que sua experiência com “rapidinhas” aconteceu com sua namorada no quarto dela e conta “ela olhou pra mim de forma diferente, sabe querendo algo. Percebi o que ela queria. Fomos ao quarto dela buscar o lap, aí aconteceu. Ela, apesar de estar com muito tesão, estava com muito medo de chegar a mãe ou o pai dela. Foram uns 5 minutinhos, mas bem gostosos”.

A rapidinha, como qualquer outra maneira de sentir prazer, é válida, tem sua intensidade e pode satisfazer ou aliviar a “tensão” de estar com o desejo à flor da pela. Quem quiser experimentar fique a vontade. E para quem já experimentou, conte para nós do Pura Volúpia, como foi sua experiência.

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