Arquivo do Autor

h1

Quem tem medo de falar sobre sexo anal?

28/09/2013

 

A princípio a região anal não foi pensada pela mamãe natureza para fins de prática sexual -pelo fato de não possuir lubrificação própria- todavia, registros desta prática são bem antigos (muito mais do que se imagina), por exemplo, na Grécia antiga em muitas pólis a prática do sexo anal era comum e aceitável, era praticada entre os homens, e estes tinham relações com as mulheres para reprodução apenas, tudo isso se justificaria por uma série de fatores culturais que não caberiam aprofundar por agora.

Além disso, o sexo anal parece mesmo ser o mais comum ato homossexual entre os povos primitivos. Alguns povos da Nova Guiné, por exemplo, a foração anal é absolutamente obrigatória para os jovens como parte dos rituais da puberdade: geralmente acredita-se que os meninos não vão crescer corretamente ao menos que tenham recebido o sêmem de homens mais velhos.

Visto que a prática do sexo anal é tão antiga, e algumas culturas até tradicional, por que será que ainda permanece tão polêmica? Muitos preconceitos, e falsos moralismos giram em torno do tema, mas é certo que a região anal é um dos principais pontos erógenos de nosso corpo (como foi abordado por Juliana Lumi anteriormente), isto é, a estimulação da área pode levar a sensações de excitação, a presença e intensidade destas zonas variam de pessoa para pessoa. Isso serve tanto para o homem, como para a mulher. A prática pode ser prazerosa para ambos, se consentida pelo casal. Sexo “do bom” remete sempre à cumplicidade, o respeito ao outro.

Consultamos a Dra. Maria Cecília Rossi, médica ginecologista e Obstetra, terapeuta sexual pela Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana, para nos esclarecer estes pontos em relação ao preconceito em torno do tema. “Por nossa influência religiosa ser fundamentalmente judaico-cristã – originário-derivada da filosofia grega pagã (aristotélica), onde todas as ações têm um propósito essencial – ou natural, que é sustentar a vida- desta forma o propósito essencial da atividade sexual é a procriação. Agora, tudo o que não legitima o propósito da atividade sexual é tido como pecado mortal ou ato não-natural. Considera-se neste sentido a masturbação, coito anal, oral, coito vaginal usando anticoncepcional, atos homossexuais, controle de natalidade como sendo atos pecaminosos e antinaturais”, esclarece a Dra.

O Pura Volúpia, ao entrevistar algumas pessoas observou uma maior abertura por parte dos homens para tratar do assunto, tanto que alguns chegaram até nos relatar suas experiências – talvez porque o sexo anal seja a sua segunda maior fantasia sexual, e a primeira o sexo com duas mulheres- difícil mesmo foi encontrar alguém da ala feminina que comentasse sobre o assunto da mesma forma. Isso reflete, mais ainda em nossa sociedade patriarcal, a opressão do sexo feminino, desde cedo muitas vezes, para tratar não só do tema sexo anal, mas de um todo mesmo em torno deste universo.

O preconceito em torno coito anal se dá geralmente porque supostamente seria antinatural e anormal; somente prostitutas, pervertidas, e excêntricos fazem sexo anal; ânus e reto não se destinam a ser erotizados; sexo anal é sujo e desonrado e causa nojo; somente homossexuais masculinos praticam sexo anal; homens heterossexuais que gostam de sexo anal devem ser homossexuais não assumidos; e ainda, as mulheres não gostam de sexo anal e praticam somente para agradar seus parceiros.

Ainda sobre preconceito, Daiana Ferreira em post anterior relatou a timidez das mulheres abordadas para falar sobre a mera masturbação, imagine falar sobre sexo anal. Jamais! Pensariam elas. “O mito vem da história. A sabedoria popular no mundo ocidental tem sido frequentemente tão errônea quanto a religião e a lei tem sido repressiva. Superstições e falta de informação não se restringem aos indivíduos sem cultura”, ressalta a Dra. Maria Cecília.

“Acho errado estes tipos de preconceitos em torno do sexo propriamente, nessas horas “vale tudo” desde que haja respeito, todas as experimentações possíveis em busca do prazer e satisfação do casal são válidas. Ficar preso à esses estereótipos é ser bem limitado” nos contou J. R., 23, estudante de engenharia química.

Mas de nada adianta estar “despido” destes preconceitos se na hora do sexo o casal não souber se cuidar, e mais ainda, o sexo anal exige alguns cuidados básicos. Primeiro, pelo fato da região anal não possuir lubrificação própria e a estrutura anatômica ser diferente da vagina, médicos recomendam o uso de gel lubrificante para facilitar a penetração. Além disso, o uso do preservativo é obrigatório para evitar a contaminação com bactérias naturais da flora intestinal. Importante: não se deve fazer penetração vaginal depois de realizada a anal, para isso deve-se trocar sempre o preservativo.

“Sexo anal é como outro sexo qualquer, possivelmente as pessoas tem preconceito por imposição cultural mesmo, quer dizer, não é que se abstenham da prática, mas se a fazem não contam a ninguém”, revela a transexual Alessandra Vendraminy.

Outro ponto importante, ainda de acordo com a Dra. a prática freqüente do sexo anal, no caso entre o público gay e possivelmente entre atores e atrizes pornôs não causa dano algum à saúde, como sempre ela faz somente a ressalva dos cuidados mencionados anteriormente.

Para finalizar, acredito que você leitor conhece este vídeo abaixo. Ele ficou bem famoso há alguns anos atrás pela brincadeira do “ai que susto!”, mas que na verdade a Dra. Carla Cecarello Fraia- Psicóloga e Especialista em Sexualidade Humana e Terapia Sexual – em seu programa “Aprendendo sobre Sexo” no SBT, apresentou o tema de forma bem didática e educativa para aqueles que queiram experimentar o sexo anal.

Anúncios
h1

Um café e uma reflexão

01/06/2010

Um dia estava lendo, faz uns dois meses, um artigo do Zeca Baleiro (grande Baleiro!) na revista Isto E intitulado “Palavrões e Poesia”. Falava sobre a lei Pimenta na Boca, a qual proibia o uso de palavras de baixo calão e gestos obcenos nos estádios de Paraíba (que coisa, não?). Depois, o maranhense começa a desenrolar sua opinião sobre o assunto. Sei que agora você, leitor, deve estar perguntando o que quê tudo isso tem haver com o blog. Pois, fique tranqüilo. O belo cantor e compositor finaliza seu artigo com algo uma poema de La Fontaine, e aqui trancrevo esta parte:

“Aqui reproduzo “Epigrama”, popema saído da pena do francês La Fontaine, aqule mesmo, autor das célebres fábuilas que todo pai um dia por certo contou ao filho na hora de dormir.

Amar, foder: uma união
De prazeres que não separo
A volúpia e os desejos são
O que a alma possui de mais raro.
Caralho, cona e corações
Juntam-se em doces efusões
Que os crentes censuram, os loucos
Reflete nisto, oh minha amada:
Amar sem foder é bem pouco,
Foder sem amar não é nada.”

h1

Amoooooor, apaga a luz por favor!!!

10/05/2010

Por Daiana Ferreira

Você é uma das inúmeras mulheres que pedem para apagar a luz quando estão seminuas ou nuas? Então, esta matéria é especialmente para você minha querida leitora! Já as leitoras que não se incomodam com um ambiente iluminado quando estão fazendo amor, conte para nós do Pura Volúpia se vocês sempre foram desinibidas. Ou se a vergonha foi desaparecendo com o passar do tempo.

Pode ser falta de hábito, para aquelas que não praticam sexo com muita freqüência. Pode ser vergonha, por estar com gordurinhas extras ou mesmo por timidez, características de quem não tem muita sociabilidade sexual ou não conhece bem o parceiro! Infelizmente, estes são alguns dos motivos que levam muitas garotas a deixarem a luz apagada durante a relação sexual. E falar Amoooooor apaga a luz por favor!!!

Com certeza há muitas mulheres preferem fazer amor no escurinho. E os motivos podem ser os mais diversos possíveis. Vanessa diz que não faz no escuro total, prefere uma meia-luz. “Quando estou com meu namorado, na minha casa ou na casa dele, deixamos o abajur acesso. Eu prefiro assim, e ele nunca falou nada. Acho que ele nem se incomoda”.

E os homens, o que acham de fazer amor com a luz apagada? Joel Castro, 20 anos disse que tanto faz. “Se a mulher pedir no escuro, faço no escuro, se pedir no claro, faço no claro. Faço o que for melhor pra ela”.

Mas a questão é que, quando uma mulher pede para fazer amor no escuro, ela sinaliza que não está muito a vontade ao seu lado ou existe alguma coisa que a impede de se soltar e curtir a relação. Basta você homem, acariciá-la, tocar seu corpo, beijá-la com vontade e carinho, que com o passar das horas ou do tempo, ela ficará totalmente sem vergonha. No bom sentido claro!!!

Segundo a sexóloga Jussânia Oliveira, de Campinas ,”a sexualidade feminina sempre foi muito reprimida. A mulher precisa entender que somos seres sexuais, ou seja, que o sexo é algo natural”, diz .

Então pense nisso cara leitora! Sexo para ser bom tem que ser consentido pelo casal, se você se sente melhor no escurinho, faço no escuro. Caso goste do claro, pois bem acenda a luz. Entretanto, para as que preferem de luz apagada, não custa nada tentar e experimentar um ambiente meia-luz sabe? Talvez você descubra algo maravilho: ver seu gato olhando e desejando você com os olhos e com o corpo.

Conte-nos sobre suas dúvidas e sugestões pelo e-mail blogpuravolupia@gmail.com e siga o @pura_volupia no Twitte

h1

Relógio masculino

09/05/2010

h1

Quem nunca deu uma rapidinha só para aliviar o tesão?

07/05/2010

Por Daiana Ferreira

Quem nunca deu uma rapidinha só para aliviar o tesão? Ou nunca ficou desesperado e ardendo de vontade de fazer sexo numa hora inapropriada? Muitas pessoas já sentiram isso um dia. Mas será que a experiência é boa para o casal ou apenas para o sexo masculino? E os lugares? Será que é possível sentir prazer em ambientes não convencionais para à pratica sexual a dois? Estas perguntas talvez não sejam respondidas ao longo deste post, não porque não sabemos a resposta, mas porque somos todos diferentes, logo cada uma tem uma resposta. Mas, de uma coisa você pode ter certeza! Este tipo de relação só tende a aumentar entre os casais.

O sexo “relâmpago” ou a famosa “rapidinha” é o tipo de sexo que se caracteriza por ser bem rápido. Esta relação tem pouca ou nenhuma preliminar. Mas para quem acha que este tipo de relação não tem seu valor, está muito enganado!!! Ela tem e muito a satisfazer.

Júnior, de 28, auxiliar de estoque, conta como foi sua experiência: “a relação aconteceu com uma companheira de trabalho. Nós tínhamos uma atração um pelo outro, mas só ficava nisso. Fomos um dia colocar o arquivo morto em dia da empresa, ela estava de saia, até parece que foi proposital naquele dia….rsrsrs!!!Aí nós nos olhamos e, você já sabe o que aconteceu, não preciso continuar”

Para que a rapidinha seja um sucesso, o casal deve se conhecer muito bem, estar em perfeita sintonia e, o mais importante, o casal deve estar com tesão a flor da pele, subindo pelas paredes, ardendo de desejo. Estes são os requisitos fundamentais para ter uma excelente rapidinha.

Os lugares para este tipo de sexo vão desde carro, sofá da sala, playground até banheiro de restaurante, elevador e escritórios de trabalho. O medo de ser pego no flagra é comum e constante, mas há quem sinta muito tesão com essa experiência.

Sergio, 35, disse que sua experiência com “rapidinhas” aconteceu com sua namorada no quarto dela e conta “ela olhou pra mim de forma diferente, sabe querendo algo. Percebi o que ela queria. Fomos ao quarto dela buscar o lap, aí aconteceu. Ela, apesar de estar com muito tesão, estava com muito medo de chegar a mãe ou o pai dela. Foram uns 5 minutinhos, mas bem gostosos”.

A rapidinha, como qualquer outra maneira de sentir prazer, é válida, tem sua intensidade e pode satisfazer ou aliviar a “tensão” de estar com o desejo à flor da pela. Quem quiser experimentar fique a vontade. E para quem já experimentou, conte para nós do Pura Volúpia, como foi sua experiência.

Conte-nos sobre suas dúvidas e sugestões pelo e-mail blogpuravolupia@gmail.com e siga o @pura_volupia no Twitter

h1

Humor: Sexo com emoção

11/04/2010

O brasileiro chega ao trabalho todo sorridente, feliz com a vida, e seu
colega português lhe pergunta:
– Por que estás a rir à toa?
– Ele responde:
– Tive uma noite maravilhosa… estava fazendo sexo com minha mulher… E quando estava quase gozando, peguei a minha arma e dei um tiro pra cima. Ela levou um puta susto, contraiu a vagina e gozei muito gostoso!
– Por que você não faz a mesma coisa?
E assim o português se propôs a fazer… No outro dia o português chega ao
trabalho com uma cara de merda… E seu amigo pergunta:
– E aí … não deu certo?!
Ele respondeu:- Claro que não!!! Estava eu a fazer um 69 com minha mulher,
quando ia estar a chegar lá, dei o tiro sugerido. Ela levou um puta susto,
mordeu meu pau, defecou na minha cara e ainda me sai um filho da mãe do
armário gritando:

– NÃO ME MATE POR FAVOR!!!

Conte-nos sobre suas dúvidas e sugestões pelo e-mail blogpuravolupia@gmail.com e siga o @pura_volupia no Twitter!

h1

Domingo de risadas (ou não)

04/04/2010

Vai uma piadinha aí?
O que é, o que é? (piada 1522 do livro “Mais mil piadas do Brasil”)
O do Arnold Schwarzeneger é grande.
O do Michael J. Fox é pequeno.
A Madonna não tem.
O Clodovil tem mas finge que não tem.
O Papa tem mas não usa.
O Bill Clinton usa o dele a toda hora.
Já sabe o que é…?
É o sobrenome!

Simpatia!!!